| 10-08-2009 Mulheres Correndo na gravidez
Segundo o American College of Obstetricians and Gynecologists o exercício tem riscos mínimos e pode ser benéfico para a maioria das mulheres. “A liberação de endorfina traz bem-estar e tranquilidade à grávida”, completa Cristina de Carvalho, treinadora da Assessoria Esportiva Projeto Mulher. Para o médico cardiologista Nabil Ghorayeb existem outras vantagens. “A mãe controla o peso, tem maior equilíbrio emocional e se prepara melhor para ajudar no parto. E o bebê acaba desenvolvendo mais tolerância ao estresse, tem melhor evolução e menos gordura.” É necessário antes de sair correndo pelas ruas, uma consulta com o ginecologista. Após avaliação do quadro médico é preciso adaptar o treino à nova realidade. É hora de deixar a performance de lado e focar somente no bem-estar. Então comece mudando o tipo das passadas. Procure manter os joelhos afastados um do outro e levemente flexionados. Isso deixará sua passada mais curta e também diminuirá a chamada fase aérea, onde os dois pés estão fora do chão, minimizando o desconforto gerado pelas alterações da postura. Cuidados mês a mês O primeiro trimestre é o mais frágil. Muito cuidado com a força e intensidade nos treinos. Logo que descobrir a gravidez, a mulher deve reduzir pelo menos 20% a intensidade e o volume do treino. A partir do quarto mês é possível manter a rotina de treinamento com pequenas adaptações. Caso não existam patologias na mãe e no bebê, como dores ou crescimento reduzido da criança, por exemplo, pode-se aumentar em 10% no volume no treino. No último trimestre da gestação a barriga e o peso limitam os movimentos. É chegada a hora então da redução gradual da carga de treinamentos e diminuição da fase aérea. Uma redução de 50% do volume de treinos é indicada. Corra enquanto se sentir bem ou opte por uma caminhada nos últimos meses e bom parto. Fonte: Revista Runner’s |
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